| |

Escrito por Evan de Andrade às 19:17:09
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 17:49:47
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Parte do poema
O MAGO PARVO de Evan de Andrade
Diga-me O que esta acontecendo! Você não esta dormindo Estudando, comendo, Sonhando,vivendo? Tudo enfim mudou!
Nas perguntas a mãe insiste Em não responder Dalila persiste. Desvalida ao canto Fecha os olhos em prantos
O flama apagou !
Agora, ecoa na mente Daquela que sorridente Meiga, pura, doce, bela E inocente. Se entregou.
Totalmente deslumbrada Em sua pouca visão Ontem, por vez fascinada
Hoje, quase nada lhe restou Agora, ecoa na mente O sonho acabou ! Acabou ... Acabou ...
Resta Apenas a dor do peito Por aquele que julgou eleito. Seu amor possuir. Casado nos braços d'outra Agora, bem longe daqui.
Sua mãe bem que falou;
Filha ele é comprometido, Amor tão proibido Que você não pode sentir!
Trecho do poema o mago parvo Parvo= tolo, atrapalhado, desajuizado.
Escrito por Evan de Andrade às 20:00:04
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 09:58:30
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 19:45:21
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 19:43:23
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 17:44:02
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 19:54:47
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 19:49:00
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 19:47:28
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 19:46:31
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 19:45:32
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 19:43:53
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 19:42:02
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 17:19:42
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 17:16:51
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 17:15:24
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 17:14:28
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 14:16:54
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
ODE IMPERIOSA
Há poesias que podemos Ser claro, simples. Como uma faca amolada E há ode imperiosa Mister criptografar
Composições puras Sem mistérios De fazer criança imaginar E outras são cogentes matutar Discriptografar.
Se for banal, Não há mau?! Por que ocultar?! Mas, há segredo. Que dá "coceira na língua" - Bem! Deixa pra lá. Então, se codifica. Em branco não pode passar. Pra lê em dias idos Lembrar, Sorrir, zombar, E se for o caso até chorar
Sorrir das alegrias Zombar da própria ingenuidade E chorar, bem... Chorar...
De tudo que passou E não se pode eternar.
Discriptografando: compreendendo Ode imperiosa: poesia que nos mandam Mister criptografar: codificar Cogentes matutar: necessário pensar Mau: perverso, maldade, crueldade - Mal: doença, enfermidade, moléstia
Escrito por Evan de Andrade às 17:26:38
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 17:24:17
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
AS GAROTAS SUPER TRAIROSAS
Elas se amam... Beijam-se e se odeiam Elas são as garotas Super trairosas.
Joana, Que não mais me engana Vivia com Maria na cama, Pra cima, pra baixo. Da igreja ao despacho
Entretanto, de tanto levar bananas, Ou seja, querer nas bandas. Joana se cansou E da relação se emancipou
Embriagada, essa garota danada, Levada, fez outro arremesso. E antes que me esqueço A nova alusão é Mariana.
Joana De língua solta, maráfo na mente. Falando tonteiras Mariana de destreza Serpente. Não se redeu as novas cantadas.
Vejam só! É um quarteto? É um quinteto? Das tetas? Ninguém sabe nada! Uma nova sinfonia Destroçando Maria.
Qual será a antepenúltima Trairagem do dia? Sim! porque a penúltima. Já estão fazendo E a última ainda vão tramar.
A pergunta vem do vigia. Que do alto espia E faz-se de surdo Cego, louco e mudo.
Quando indagado Ele recomenda; Não meta a colher! Não tome partido! É amor - avessas de mulher Pra quem fica com o suposto "Marido".
Maráfo= cachaça Rabiscado: Evan de Andrade
Escrito por Evan de Andrade às 16:50:28
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
SEM PAGAR O PREÇO
Meu coração oscilou, Meus olhos pararam De procurar Vossa Mercê "Por la Muchedumbre"
Não foi só desejo... Desejo de continuar Vendo essa bela Miragem doura cor Desejo de beijar Os lábios de carne pecado
Desejo do sentir Que beira o padecer. Mas, eu não sei explicar... Como, Como parar? Se me rogas Para não retroceder.
Sonho que quero viver, Mas, sem pagar o preço. O preço infligido. "Por la Muchedumbre" Que me precederam Sujeitar-me-ei? Responderei NUNCA.
Tenho medo! Medo de continuar De continuar sonhando Só sonhando e acordar tateando Sonolento, tonteando...
Escrito por Evan de Andrade às 09:30:04
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
SIN PAGAR EL PRECIO
Mi corazón tembló, Mis ojos pararan De buscar Vuestra Merced "Pela multidão"
No era solo deseo... Deseo de proseguir Mirando esa bella Miraje dorada color Deseo de besar Los labios de carne pecado
Deseo de sentir Que acerca el sufrimiento. Pero, yo no sé explicar... ¿Dime como detenerme? Se me invitas A no retroceder.
Sueño que quiero vivir Pero, sin pagar el precio El precio sancionado. "pela multidão" Que llego antes que yo. ¿Someterme? contestaré JAMÁS.
¡Tengo miedo! Miedo de continuar De continuar soñando Solo soñando y despertar palpando Somnoliento, tambaleando
Hecho y traducido por: Evan de Andrade
Escrito por Evan de Andrade às 09:28:35
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Evan de Andrade às 19:25:46
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
SUAS VÍTIMAS SOFREM Evan de Andrade
Por favor... Não faça mais uma vítima É ruim e dói demais.
Atrapalha toda a nossa vida Pois, sempre nos lembramos Que estamos presos A beira da estrada. Arremessados... E não conseguimos te esquecer
Escrevi poesias Perambulei nas ruas Chorei na cama Chegue a compreender Quão frágil posso ser.
Ao céu e ao inferno Supliquei e nada puderam fazer
Desse tenha dó. Se agora for só para brincar Não peça, mas, Impeça o primeiro Beijo. Sua vaca a bunda.
Escrito por Evan de Andrade às 11:19:45
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
CADÁVER JUNTO D'OUTROS
Tu conheces o futuro Sabes o que serei, O que terei, O que farei, Se nessa vida PAI Eu não tiver uma vida Bem regala. Avisa-me Consagra-me Iludi-me Não deixe em mim Morrer a esperança Aquela bosta do peito Que mantém o brilho no olhar Destas criaturas Pois, como posso continuar Suspirando, Concomitantemente Contemplando Um horizonte turvo, Tetro, sem trevo, treva e Sem esperança? Um cadáver Vivo junto d'outros.
Que da comiseração Do Diabo não espera Ele não tem piedade Dele e dos dele. Avisa-me. Se não for. Consagra-me Para ser. E Ilude-me Para não morrer Porque sei Que tu podes MEU PAI
Escrito por Evan de Andrade às 11:18:11
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
| |
[ ver mensagens anteriores ] |
|